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Fogão, destruidor, vence a Taça Rio
23/04/07 às 22:28 h


Fogão, destruidor, vence a Taça Rio

 

Noventa minutos? Que nada! A torcida do Botafogo precisou de apenas vinte para soltar o grito de "campeão" da Taça Rio, no Maracanã. Neste tempo, a equipe nocauteou o Cabofriense, com três gols, e depois administrou a vitória por 3 a 1, na tarde deste domingo.

 

Sob os gritos de "Urubu pode esperar que a sua hora vai chegar " os botafoguenses avisavam ao Flamengo, adversário do próximo domingo, que não têm medo de ninguém na trajetória em busca do bicampeonato do Carioca. E nem deveriam ter mesmo.

 

Afinal, o quarteto ofensivo formado por Lúcio Flávio, Zé Roberto, Jorge Henrique e Dodô vive ótimo momento. Desta vez, ao contrário do empate por 2 a 2 de domingo passado, a muralha Gatti não conseguiu contê-los.

 

 

Dodô faz mais um golaço na carreira. E quem sofreu foi Marcão, que caiu de joelhos diante do artilheiro botafoguense, autor de  11 gols no Carioca Mas o primeiro a vencer o goleiro do Cabofriense foi Túlio, costumeiro colaborador ofensivo. Aos 11 minutos, Lúcio Flávio passou, e o volante marcou. (assista à bela finalização!)

 

A torcida ainda vibrava quando Dodô, sempre ele, fez o segundo gol botafoguense. Aliás, um golaço. O artilheiro dos gols bonitos deixou Marcão de joelhos e chutou no ângulo esquerdo de Gatti. (veja a pintura do camisa 7!)

 

O trator alvinegro terminou o trabalho de destruir o Cabofriense aos 20 minutos. Joílson deu ótimo passe, e Zé Roberto tocou rasteiro na saída de Gatti. (assista ao terceiro gol do Fogão!)

 

O time da Região dos Lagos parecia atordoado. E realmente estava. Mas em um escanteio casual, Willian subiu e diminuiu. (assista ao gol)

 

A partida ficou mais disputada, e Marcelinho quase marcou para o Cabofriense. Ele chegou a driblar Júlio César, mas Alex salvou dentro da pequena área.

 

O ritmo do Botafogo diminuiu bruscamente no segundo tempo. Com mais posse de bola, o Cabofriense armou uma falsa pressão. Mas pouco chutou ao gol de Júlio César.

 

Destaque mesmo só para o beijinho que o zagueiro Cléberson deu na bochecha do árbitro Ubiraci Damásio. A resposta foi um cartão amarelo. (Confira o lance inusitado)

 

Nos minutos finais, o Damásio arrumou uma lambança. Ele demorou para atender a uma marcação do assistente, e o Cabofriense fez um gol neste hiato. Só então, o juiz parou o jogo e apitou a falta. Revoltados, os jogadores do time tricolor reclamaram bastante, e o goleiro reserva, Rodolfo, chegou a dar um empurrão no quinto árbitro.


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Wilson
Mendonça
Repórter e
Redator