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Epidemia de spam por celular afeta 200 milhões na China
25/03/08 às 15:10 h


A China está investigando o envio de milhões de mensagens de texto indesejadas a metade de todos os usuários de telefones celulares no país.


As mensagens promocionais, também conhecidas como "spams", atingiram mais de 200 milhões de pessoas e despertaram a ira do governo, que agora quer que os responsáveis pelo ataque "corrijam seus erros".


No fim de semana, o Conselho de Estado anunciou que está conduzindo uma grande investigação para apurar e punir os culpados, informou a agência de notícias estatal Xinhua.


As autoridades do Conselho disseram que a razão por trás do envio das mensagens foi a "ganância".


"Pedimos às partes implicadas que façam uma sindicância interna para corrigir os erros que foram causados por priorizar o lucro em detrimento do interesse público", disse Liu Yue, vice-diretor do Escritório do Conselho de Estado para Retificação de Más Práticas.

 

 Operadoras

O mercado de telefonia celular da China possui 555 milhões de usuários e é disputado por duas operadoras, a China Mobile e a China Unicom.


Ambas companhias abriram linhas diretas para atender aos clientes que se sentiram lesados com a situação.


A maior companhia, a China Mobile, se desculpou publicamente pelo abuso e disse estar disposta a passar a bloquear todo envio em massa de qualquer mensagem promocional.

 

 Denúncia

O caso veio à tona em um especial de TV sobre os direitos do consumidor, transmitido pelo canal estatal CCTV há cerca de dez dias.


O programa denunciou as operadoras por terem permitido que sete empresas de publicidade online enviassem mensagens de texto sem o consentimento dos usuários para recebê-las.


"Enquanto operadora, nós temos a obrigação de bloquear as mensagens. Nós temos uma inevitável responsabilidade nesse caso", admitiu o gerente de operações da China Mobile, Xu Ming, à CCTV.


Entre as sete empresas de marketing infratoras está a Focus-Media, que é uma companhia de capital aberto com ações listadas no índice Nasdaq da bolsa de Nova York.

Fonte: G1 o Portal de Noticias da Globo


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