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Acesso público à web amplia inclusão digital
14/05/07 às 14:48 h


Pontos de acesso público aumentaram no Brasil, com destaque para região Nordeste.
Apesar disso, ainda é necessário treinamento e direcionamento do uso.


Do G1, em São Paulo

Se depender do acesso público à internet no Brasil, nossa base de internautas deve continuar cada vez mais a crescer. Segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e do do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), os pontos de inclusão digital (PID) passaram de cerca de 12 mil em 2005 para 16.722 hoje.

Os PIDs, que incluem telecentros e outras iniciativas como salas de informática que fornecem ao público acesso gratuito à internet, foram computados como parte da primeira fase do projeto do Mapa de Inclusão Digital. Entre os programas de acesso encontrados, 43% são fruto de iniciativa do terceiro setor –- mesmo assim, o governo federal é o responsável pelo financiamento de cerca de 60% deles. Outras iniciativas vêm dos governos estaduais e municipais.

Segundo a Agência Brasil, a partir de agora os dados serão utilizados na formulação de ações para a melhoria do acesso da população à tecnologia. “Faremos agora a verificação das instituições localizadas para ver o que existe, o número de computadores, o que funciona, o acesso à internet e ver se os telecentros estão provocando melhoria da qualidade da educação e do acesso a informação”, disse Emir Suaiden, diretor do Ibict.

Comparando a distribuição dos PIDs por estado, Roraima é o menos beneficiado, com apenas 48. São Paulo é o líder, com mais de 2.500, seguido por Pernambuco -– resultado impulsionado pelo programa Computador na Escola, que investe em capacitação e cria laboratórios de informática nas escolas estaduais. As regiões estão de acordo com os estados com mais PIDs: Sudeste (38%) e Nordeste (35%) são as primeiras, seguidas por Sul (12%), Norte (8%) e Centro-Oeste (7%).

De acordo com Cecília Leite, coordenadora geral de pesquisa e desenvolvimento de novos produtos da Ibict, é necessário algo além da distribuição de equipamentos para a inclusão digital no Brasil. “Hoje já se tem consciência de que é preciso ter conteúdo, capacitação, acompanhamento e avaliação de resultados”, explica.


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