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Como escolher a melhor instituição de ensino de língua inglesa?
04/03/09 às 10:07 h


Como escolher a melhor instituição de ensino de língua inglesa?

Neste início de ano muitos conhecidos e amigos procuraram-me para que os orientasse ou indicasse o melhor curso de inglês. Devido a isso, senti necessidade de escrever meus pontos de vista com relação a esse assunto.

Primeiramente, qual seria o significado de aprender essa língua?

Desde que entrei no curso de Letras tenho ouvido, lido e aprendido que o mais importante na comunicação é o entendimento – compreensão, pois se houver compreensão houve a comunicação. Se o que é dito é compreendido, significa que quem falou possue a habilidade comunicativa oral (fluência) necessária para o que normalmente fazemos enquanto seres humanos em sociedade, falamos sobre tudo: cotidiano, filmes, novelas, noticiário, jogo de futebol, o que fizemos no trabalho, se fechamos um bom negócio, se vendemos ou compramos, sobre nosso namoro ou relacionamento, as amizades que temos e outras coisas. Portanto, aprender inglês significa pensar na língua inglesa, construir frases compreensíveis nessa língua naturalmente.

Já que por trás da idéia de ensino/aprendizagem de língua esta a concepção de que aprender uma língua é falá-la, o ideal para um aluno é morar em um país que fala a língua alvo, para que ele possa se desenvolver naturalmente através do convívio e da interação social, do contato com a cultura e principalmente do contato auditivo da pronúncia dos nativos. Mas para nós que NÃO temos o privilégio de morar ou passar uma temporada em um país de língua inglesa temos que aprender e desenvolver nossa habilidade oral aqui no Brasil.

Como fazer isso? Há pessoas que procuram instituições que irão ensiná-las de acordo com o desenvolvimento de cada aluno, outras procuram professores particulares, algumas (sou uma dessas) utilizam programas de bate-papo pela internet (uso o skype) para conversarem em inglês via microfone e usando a webcam – câmera de vídeo, pois esse recurso proporciona uma interação real com falantes nativos de inglês.

Ok, mas como escolher a melhor instituição de ensino de línguas?

Procure aquela que possua o melhor professor!
 
“Não se influencie pelo nome da escola, mas sim pelo currículo do instrutor. Não é a cor da camiseta que faz o bom jogador. O fato de escolas em diferentes cidades operarem sob o mesmo nome e usarem o mesmo livro não significa que sejam iguais, muito menos que os instrutores sejam todos bons. O fundamental é o instrutor, não o nome da escola nem os materiais de ensino usados. Linguagem é comportamento humano, e habilidade sobre uma língua depende de prática no convívio e no contato pessoal com quem falam esta língua com naturalidade e desenvoltura. Plano didático, regras gramaticais, livros, fitas, videotapes ou CD-ROMs, podem constituir-se num complemento interessante, mas pouco lhe ajudam a desenvolver a fluência de que você necessita.” [ www.sk.com.br – modificado ]

Outro aspecto importante no aprendizado de língua é que depende também do objetivo do aluno. Ele precisa entender exatamente o que quer para saber onde buscá-lo.

E ele precisa saber também se é um aluno passivo ou ativo.

O passivo é aquele que armazena informações e conhecimento a respeito da estrutura gramatical da língua na sua forma escrita, que memoriza vocabulário, frases e expressões de forma mecânica ou repetitiva, o pensamento continua a se estruturar nas formas da língua materna, e o esforço é todo dirigido a traduzir rapidamente. Esse aluno dificilmente alcançará espontaneidade na comunicação.

O ativo é o que busca a assimilação natural, processo equivalente ao de assimilação da língua materna pelas crianças. É o que reaprende a estruturar o pensamento, desta vez nas formas de uma nova língua. Usa-se mais os ouvidos do que os olhos procurando se desenvolver de acordo com seu próprio ritmo, num processo que produz habilidade prática, comunicação criativa, e não necessariamente conhecimento.
  

Por Challon Marinheiro



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