Principal
   Notícias Gerais
   Esportes
   Informática
   Variedades
   Eventos
   Educação
   Guia Astral
   Agenda
   Cobertura de Eventos
   Nossa Cidade
   Mural de Recados
   Utilitários
   Contate-nos
   Concursos
 
 
 
 
 
 Login:
 Senha:
 
TSE nega cautelar e André Moura deixará mesmo a AL
20/09/07 às 08:53 h


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou ontem provimento à Medida Cautelar impetrada pela defesa do ex-deputado estadual André Moura (PSC). Condenado por compra de votos e uso da máquina pública, na eleição de 2006, ele foi cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe, em junho passado.

A cassação foi ratificada, por unanimidade, pelo Pleno da Corte, na última quinta-feira. Com a decisão, a suplente Goretti Reis (DEM) decidiu tomar posse hoje, uma vez que o ex-deputado vai ter que esperar, fora do cargo, o julgamento do mérito do Recurso Ordinário já protocolado no TSE.

Convocada na segunda-feira à tarde para ocupar a vaga, Goretti preferiu aguardar o posicionamento do Tribunal Superior para evitar tomar posse e deixar o cargo horas depois, como aconteceu no início de agosto, quando foi empossada deputada, pela manhã, e à noite voltou à condição de suplente, porque no mesmo dia, o TSE concedeu liminar determinando que André fosse mantido no mandato, até a apreciação dos Embargos Declaratórios, ocorrida semana passada.

Deputado mais votado na última eleição, com quase 39 mil votos, André foi denunciado pelo Ministério Público Eleitoral, depois que a Polícia Federal flagrou um veículo pertencente ao Estado, conduzido por um funcionário público, ligado à Secretaria de Turismo, com R$ 146 mil em espécie, material gráfico da sua campanha, além de uma lista com nome de possíveis eleitores.

Ele chegou a ser absolvido pelo Tribunal Regional Eleitoral, por um placar de quatro votos a três, mas um mês depois foi cassado, quando a juíza federal Telma Maria Nascimento acatou Embargos Declaratórios impetrados pelo Ministério Público Federal, que discordava da absolvição de André. Com a medida, o MPF pretendia que fossem esclarecidos pontos da decisão, considerados omissos, contraditórios ou obscuros.

Jornal da Cidade



 + Matérias Relacionadas: