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Governador não aceita pressão, diz Déda
31/10/07 às 12:38 h


“O governador do Estado de Sergipe, para honrar o cargo e o voto dos sergipanos, não aceita pressão e não recebe ultimatos, porque exerce o governo em nome do povo sergipano. Portanto, preciso fazer com que o cargo seja respeitado, porque não é meu, é do povo de Sergipe.” Foi o que disse ontem o governador Marcelo Déda (PT) ao ser questionado sobre a posição do PSC de que a bancada que dá sustentação ao governo na Assembléia Legislativa tem que ser única e não dividida.
“Eu não tenho acerto a cumprir. Eu não tenho nenhum compromisso a realizar, mas um comportamento de buscar ter a melhores relações com os partidos que vivem a vida democrática no Estado de Sergipe e, obviamente, buscar encontrar formas de convivência que fortaleçam os partidos e que também permitam ao governo ter a sua sustentação.”
Déda disse também estranhar essa obsessão de dar ultimatos ao governador do Estado e que não é um homem de operar sob pressão. O governador afirmou que tem um diálogo muito fraterno e consistente com os quatro deputados do PSC que fazem parte da base e que tem “o maior respeito pelos demais integrantes do PSC”. “Problemas de ordem política inviabilizaram uma incorporação plena do partido à base do governo. É assim que tenho trabalhado. Não ameaço ninguém e não pressiono ninguém, e naturalmente as questões que o senhor Edvan Amorim tem colocado devem ser respondidas pelos deputados e pelos filiados do PSC”, frisou Marcelo Déda.
O governador disse ter estranhado as declarações prestadas à imprensa pelo presidente de honra do PSC, Edvan Amorin, por que na última terça-feira encontrou com o presidente estadual do PSC, deputado federal Eduardo Amorin, oportunidade em que manteve um “diálogo tranqüilo” a respeito dos problemas políticos dos municípios sergipanos que dificultam a aproximação com alguns parlamentares. “Mas para dialogar eu estou sempre aberto, e não sei porque as pessoas insistem em outro formato para esse diálogo.”


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