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Déda prevê céu de brigadeiro (Claudio Nunes)
10/12/07 às 08:46 h


claudionunes@infonet.com.br

Na solenidade realizada na última sexta-feira, 07, quando anunciou mais três grandes empresas para Sergipe, o governador Marcelo Déda (PT) disse que tem enfrentado dois problemas pessoais: o cansaço de ordem física, que aparece também na cobrança, até mesmo exagerada, a equipe de governo e o exercício diário que vem fazendo, logo pela manhã, quando acorda, para conter o excesso de otimismo. “Estou tento dificuldades para controlar o meu otimismo, estou enxergando um excelente momento para Sergipe”, avisou.  Esse otimismo de Déda foi transformado em números. O governador aproveitou a presença do empresariado de Sergipe, e conseqüentemente daqueles que são o “PIB” do Estado para fazer o balanço do primeiro ano de governo. Num discurso de mais de um hora, Déda apresentou os investimentos em todas as áreas e o que está previsto para ser investido em 2008, através do PAC e de recursos próprios. Somente na área turística, na rede hoteleira, a previsão é de R$ 400 milhões.  Um dado interessante é que apenas no primeiro ano de governo já estão consolidados sete novos empreendimentos de grande porte, representando um investimento global de R$ 400 milhões da iniciativa privada na economia sergipana. Se comparado com os últimos quatro anos, praticamente não chegaram a Sergipe grandes indústrias. As últimas indústrias, de grande porte, chegaram ao Estado no governo Albano Franco. Isso cala a oposição na Assembléia, que através do deputado Venâncio Fonseca, chegou a ser indelicada com o secretário Jorge Santana, quando o mesmo apresentou números e perspectivas para a área ao ser convidado por todos os deputados.    A antiga Secretaria de Estado da Indústria e Comércio, hoje Secretaria do Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia, grande parte de sua existência teve indicações políticas, onde os titulares pensavam apenas em ações político-partidárias e até mesmo de interesses empresariais individuais, deixando de lado o desenvolvimento do Estado. O mais interessante é que as três empresas anunciadas na sexta-feira, devem gerar cerca de dois mil empregos, e, duas delas, são de empresários sergipanos, que acreditam no potencial do Estado. Isso é um estimulo para  que outros empresários passem a investir no Estado, que é maior do que o governante de plantão ou de qualquer grupo político que estiver no poder. É preciso apenas acreditar que o caminho do crescimento está aberto e que Sergipe, não deixará de ser o menor Estado do país, mas pode ser o melhor em tudo o que faz.  

 

 



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