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Olivier denuncia "Perseguição" na Prefeitura
03/08/09 às 19:35 h


aninham@itabaianase.com.br

Foram reiniciados nesta segunda-feira, 03, os trabalhos legislativos na Câmara Municipal de Itabaiana.

Como fez em várias sessões do primeiro período, o Vereador Olivier Chagas, PT, usou a Tribuna e desta vez para cobrar do Executivo Municipal a garantia do funcionamento sem interrupções das creches. Segundo o vereador, não houve resposta a sua indicação, aprovada por unanimidade na Câmara no semestre passado, solicitando do Executivo a garantia de que não haverá recesso nas creches.

O parlamentar além de querer o cancelamento dos recessos nos meses de julho e janeiro, luta também pelo funcionamento aos sábados, pois, segundo ele, estas são reivindicações justas feitas por pessoas carentes que precisam do serviço público das creches.

Outro assunto tratado pelo vereador, foi a demissão de dezoito dos vinte e sete agentes de endemias que prestavam serviço a Secretaria Municipal de Saúde: "Foi um absurdo, não apenas porque estas pessoas foram demitidas, mas especialmente porque foram usadas e ludibriadas. Quando do início da atual gestão, e o medo do surto da dengue assolava, cobraram-lhes empenho e lhes garantiram que jamais seriam demitidas, salvo por justa causa, ou quando da realização do concurso. E os servidores acreditaram neste engodo", disse o vereador que se mostrou indignado com a conduta que caracterizou como "tipicamente de perseguição". E disse mais: "Ora, o prefeito precisa entender que a Administração é pública, e que não é correto tratar o público como se fosse privado. Onde já se viu? Por que razão dezoito foram demitidos, e nove mantidos? E agora, que critério o prefeito usará para admitir novas pessoas, se não foi feito concurso público?". Olivier disse que está mais que caracterizada a perseguição, o desrespeito ao princípio constitucional da moralidade, e que o ato demissionário do prefeito é viciado, faltando-lhe motivação plausível. O vereador concluiu dizendo que se não houver maturidade do Executivo para reconsiderar os dois casos, fará representação ao Ministério Público, cobrando solução.


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Aninha
Mendonça
Repórter e
Redatora