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Mulher é presa com 70 pedras de crack
08/02/07 às 14:14 h


Uma denúncia anônima levou policiais militares a prender a garota de programa Ana Cristina Cardoso Santos, 34 anos, que foi flagrada com 70 pedras de crack. A prisão aconteceu às 22h10 de anteontem, na rua Santa Rosa, no Centro de Aracaju. A acusada revelou que costumava vender mais de 30 pedras da droga por noite e que na área o crack é encontrado com facilidade. "O homem entrega a droga à noite e passa pela manhã recolhendo o dinheiro", revelou Ana Cristina, que foi autuada em flagrante por tráfico na Delegacia Plantonista Centro. No final de semana passado, a Companhia de Polícia de Radiopatrulha (CPRp) apreendeu 12 pedras de crack no loteamento Pau Ferro e prendeu um comerciante.

crack_200A informação é de que a equipe do tenente Denisson Santana realizava rondas pela área do Centro, quando recebeu a denúncia de que um homem e uma mulher estavam vendendo drogas na rua Santa Rosa. Os policiais passaram a realizar levantamentos e encontraram Ana Cristina, que fazia programas na localidade. Ela foi abordada, e, durante a revista, foi encontrada a droga, que estava escondida no sutiã. Na bolsa dela também foi apreendida uma trouxinha de maconha e um caderno com as anotações sobre a venda do crack. Em três dias a acusada teria vendido 95 pedras da droga, que era comercializada por R$ 10.

Questionada sobre a origem da droga, Ana Cristina revelou que estava vendendo crack há um mês e identificou o fornecedor como sendo "Negro do Quilombo" ou "Baiano". Na versão dela, o traficante deixava a droga no início da noite e no dia seguinte voltava para recolher o dinheiro arrecadado. "Ele vinha dia sim, dia não, entregar as pedras de crack", disse a acusada, acrescentando que na segunda-feira chegou a comercializar 30 pedras e ficou com R$ 50 dos R$ 300 apurado.

O traficante ainda deixou mais 70 pedras. Segundo Ana Cristina, outras pessoas vendem crack na área do Centro comercial e "Baiano" ou "Negro do Quilombo" é um dos principais fornecedores. O prosseguimento das investigações ficará por conta da Delegacia Especial de Combate ao Tóxico e Entorpecentes (DECTE).

FONTE: Jonal da Cidade


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Aninha
Mendonça
Repórter e
Redatora