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Marcelo Déda defende unidade da base aliada
10/10/07 às 08:39 h


aninham@itabaianase.com.brO governador Marcelo Déda mostra a cada dia da sua vida pública que é um homem de palavra e bastante habilidoso. Ontem, 09, em entrevista ele foi muito claro, curto e direto: “Eu não funciono com pressão”, Eu funciono com diálogo, disse Déda sem mandar recados por ninguém.Já quando se tratou das várias pré-candidaturas de aliados em diversos municípios sergipanos, mais uma vez, o governador foi objetivo: “Todos devem buscar a unidade para que não se corra o risco de ele não participar da campanha de nenhum deles”. Um exemplo citado foi o do município de Socorro que tem hoje três pré-candidaturas, todas elas de amigos e aliados do governador. “Se três aliados montam palanque numa cidade. Corre o risco do governador não ir para o palanque de ninguém”, disse Marcelo Déda. Segundo ele, o município de Socorro é um caso a parte já que os pré-candidatos são seus aliados. “Fábio Henrique votou em mim, participou de minha campanha, é um aliado. Pastor Heleno é um aliado de primeira hora desde o meu tempo de prefeito. E Adelson do mesmo modo, me apoiou na prefeitura foi às ruas pediu votos para mim para governador. São três companheiros, são três amigos”.Segundo Marcelo Déda, no momento oportuno, conversará com os três e se deverá definir quem será o candidato do governador através de instrumentos como pesquisa, avaliação do quadro político local e a capacidade de atrair apoio. “Chegando a hora, vou pedir o seguinte, olha é uma cidade importante vamos ver qual é o instrumento para decidir quem é o candidato do governador”, frisou.O que percebemos é que o governador Marcelo Déda demonstra que o seu posicionamento será esse para todos os municípios sergipanos. O entendimento, a unidade deve prevalecer entre os políticos da sua base aliada. Para Déda, não é lógico tão pouco plausível ter vários candidatos da base aliada nos municípios. O governador ratificou que não abandonará os aliados, mas fez questão de ressaltar que o grupo não pode buscar palanques que ameacem a governabilidade, que abram crises na base do governo e que não se deve lançar candidaturas para marcar posição, mas sim construir candidaturas que permitam ao bloco vencer eleições.

 


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Aninha
Mendonça
Repórter e
Redatora